“Art” habita o intervalo entre sentir e conseguir dizer. Uma memória muda de cor, o silêncio ganha contorno, uma inquietação encontra onde existir fora do corpo.
Nem tudo pede tradução. Há encontros que acontecem antes do entendimento, quando algo desconhecido parece lembrar de nós.
A obra termina onde outro olhar começa.